Do combate reativo aos problemas ao controle proativo
Usando visibilidade, análise de causa-raiz e coordenação operacional para reduzir falhas de SLA.
O problema
A torre de controle era majoritariamente reativa: o sistema alertava a equipe depois que um caminhão já havia ultrapassado seu limite, deixando as pessoas responsáveis por ligar, investigar e corrigir o problema depois que ele acontecia.
A realidade
As causas reais eram operacionais. Equipamentos podiam falhar, vários caminhões podiam chegar ao mesmo tempo, a capacidade de descarga podia ficar limitada e as saídas das fábricas podiam criar filas a jusante.
A abordagem
Daniel ajudou a mudar o modelo operacional para que as equipes pudessem identificar quando um caminhão estava em risco de descumprir o SLA. Em seguida, usou essa visibilidade para identificar causas recorrentes e coordenar ações direcionadas com as equipes locais, incluindo contingências de equipamentos, planejamento de manutenção e mudanças na cadência de saída.
O resultado
A abordagem proativa reduziu os descumprimentos de SLA em aproximadamente 10%, enquanto as melhorias operacionais mais amplas reduziram o tempo total de carga e descarga em aproximadamente 30%. Em uma das regiões monitoradas, as melhorias geraram aproximadamente R$500 mil por mês em redução de custos evitáveis.
O que aprendi
A tecnologia não resolveu o problema sozinha. Uma visibilidade melhor permitiu que as pessoas mais próximas da operação agissem antes — e fez com que a torre de controle pudesse se concentrar nas exceções que realmente precisavam de intervenção.